domingo, 27 de junho de 2021


Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas 




"Todas as drogas são uma perda de tempo. Elas destroem sua memória, seu respeito e tudo que tem a ver com a sua autoestima. Elas não são boas de forma nenhuma."  (kurt Cobain)


Em 1987 a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o dia 26 de junho como o Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas. Esta data foi criada para conscientizar a população global sobre essa temática, enfatizando a necessidade de combater os problemas sociais criados pelas drogas ilícitas, sobretudo, entre os adolescentes e jovens, além de planejar ações de combate à dependência química e o tráfico de drogas. O diálogo com as lideranças do governo também é importante para garantir a criação de programas e projetos que reforcem o combate ao tráfico dessas drogas.

Atualmente o uso e abuso de álcool e outras drogas constituem um dos mais importantes problemas de saúde pública no mundo, considerando-se a magnitude e a diversidade de aspectos envolvidos. De acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), "todo ano 210 milhões de pessoas usem drogas ilícitas no mundo, das quais quase 200 mil morrem anualmente. O uso e o tráfico de drogas constituem ameaças não somente para a saúde, mas também para a estabilidade global e o desenvolvimento socioeconômico”.

Segundo os dados fornecidos pelo Ministério Público de São Paulo, no relatório “Cômputo do Estado de São Paulo”, dentre os delitos denunciados pela instituição, no período de 2004 a 2009, o crime de tráfico de drogas foi o que apresentou o maior crescimento. No ano de 2004 foram denunciados 11.123 casos de tráfico de entorpecentes. Já em 2009, 20.976 denúncias foram registradas, representando um crescimento de 88,6% em seis anos.

Estes dados, atuais e preocupantes, nos apontam que há grande necessidade de se fazer trabalhos preventivos, por isso, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) há muito tempo tem estado à frente de campanhas para conscientizar as pessoas sobre os perigos de drogas tradicionais, como cannabis, heroína, cocaína e substâncias do tipo anfetamínico.

O Centro de Estudos e Pesquisas sobre Álcool e outras Drogas (CEPAD), tendo como um dos objetivos se ocupar dos diversos aspectos relacionados ao uso e abuso de álcool e outras drogas, apoia e fortalece essa campanha, realizando ações educativas com panfletagens e abordagens junto aos usuários. O objetivo destas ações é atingir a comunidade universitária e em geral, no intuito de alertar sobre a temática em questão. 

Origem da data

O Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas foi criado a partir da resolução 42/112 da Organização das Nações Unidas, em 1987. A resolução também foi o ponto de partida para a implementação da Conferência Internacional sobre o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas, que ocorreu em 26 de junho de 1987. 



  •  Problema de saúde pública

Atualmente, o uso e abuso de álcool e outras drogas constituem um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. De acordo com dados do último Relatório Mundial do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), divulgado no ano passado, cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo usam  algum tipo de droga. Desse total, quase 30 milhões apresentam transtornos relacionados ao consumo, incluindo a dependência. 

Os opiáceos (ópio, morfina, heroína e derivados sintéticos) apresentam os maiores riscos de danos à saúde, representando 70% do impacto negativo associado ao consumo de drogas no mundo. Os transtornos relacionados ao consumo de anfetaminas também representam uma parcela considerável na carga global de doenças.

"As drogas me deram asas para voar, depois me tiraram o céu." (John Lennon)

  • Relação entre drogas ilícitas e álcool


A hepatite C tem causado danos enormes entre as pessoas que injetam drogas em todo o mundo: 12 milhões. Desse total, uma a cada oito, 1 milhão e 600 mil, vivem com HIV e mais da metade, 6 milhões e 100 mil, vivem com hepatite C, enquanto cerca de 1 milhão e 300 mil sofrem de hepatite C e HIV.

Existe a relação entre drogas ilícitas e álcool. O uso de uma substância psicotrópica, como o crack, geralmente está associado ao consumo de outro tipo de droga. Estudos sugerem que o álcool é a substância mais frequentemente envolvida nas situações de uso múltiplo.

O uso de álcool é frequentemente empregado para prolongar ou intensificar os efeitos positivos ou agradáveis de uma droga, como ocorre com frequência entre os usuários de crack. Outra função do álcool é a de combater os sintomas persistentes da ansiedade induzidos pela cocaína em pó.

No Brasil, várias paróquias e ONGs promovem atividades, nestes dias, a fim de conscientizar as pessoas sobre os problemas causados pelo uso drogas. Existem também muitas clínicas especializadas em desintoxicação, Instituições públicas, privadas e filantrópicas. Apesar de proporcionar um alívio e um prazer momentâneo, a droga mata!  É preciso estar consciente dos riscos, dos caminhos, para muitos sem volta. DIGA NÃO A DROGA!!! DÊ UM SIM A VIDA!!!









Fonte: https://cepad.ufes.br/conteudo/dia-internacional-contra-o-abuso-e-tr%C3%A1fico-il%C3%ADcito-de-drogas

sexta-feira, 25 de junho de 2021

 

Sobre a pandemia e a Educação ...

 

O que a educação tem com tudo isto? Quais os efeitos da quarentena na educação pública? Como estão nossos alunos? Como vãos os pais? O que a sociedade espera de nós? Como a sociedade tem visto a educação e os seus profissionais? Quem são os heróis? Quem vai consertar a sociedade depois de tudo? Como estão as escolas para quando for necessário o retorno? Como estamos nos preparando para o fenômeno “pós-pandemia”? Que currículo teremos? Que Projeto pedagógico estamos pensando? O que será de nós? O que farão de nós professores?

Desde que a Organização Mundial da Saúde – OMS declarou estarmos vivenciando uma pandemia, venho acompanhando diversos curtas com mensagens altruístas para o enfrentamento ao isolamento social e na maioria deles em algum ponto, a educação é citada para dizer que somos a esperança, mas em nenhum momento a nós é atribuído o título de heróis.

Em momento algum há um gesto de carinho para conosco. Ninguém diz que seremos nós, os professores que irão ter a grandiosa missão de reorganizar a sociedade, a partir da sensibilidade que nos é própria, de “sermos psicólogos”, cuidadores, amigos, assistencialista e formadores, das gentes que retornarão ao espaço privilegiado do saber, do ser e do fazer. Porque os estudantes, certamente não voltarão os mesmos, seus desejos serão outros que não os mesmos que tinham até o dia da cisão forçada. Eles virão mais sensíveis, mais brutos, mais conectados, mas descrentes da escola, pois nela não há investimentos que de fato atendam seus velhos/novos anseios, seus reais necessidade.

Este imensurável desafio, é imposto a nós sem nenhuma preocupação com o nosso estado, seja emocional ou de preparo profissional que nos capacite para o incerto que está por vir.

“Lives, “webnários”, “webconferências”, reuniões remotas. Neste novo tempo, estas iniciativas são, de fato, muito valiosas, mas “a corda que muito estica uma hora quebra”. Todos os dias ouço “não aguento mais tantas lives!”, É claro que diante do contexto, esta foi e ainda continua sendo uma saída encontrada para que nos mantivéssemos de alguma forma mantendo nossa identidade docente, nossos pertencimentos, mas necessitamos mais. Precisamos também nos “desligar” e viver o “luto”, o silêncio, a quarentena. Aprender a nos respeitar com responsabilidade.

Aulas remotas, entrega de kits pedagógicos, montagem de vídeos tutoriais, elaboração de atividades complementares, atendimentos no telegram, classroom, Puxa! Aulas show! Nossa, como é importante tudo! Preciso dizer sem nenhuma preocupação em parecer prepotente, “Nós somos o máximo! ” Ninguém faz o que fazemos. É muita criatividade dos professores para manter vivo a arte do aprender, do ensinar e do conhecer. Porém é importante pontuar que na faculdade não aprendemos gestão cultural, artes cênicas, produção gráfica ou construir roteiros artísticos ou teatrais. Nós estudamos educação! Sabemos mesmo é fazer plano de aula, projetos didáticos pedagógicos, discutir o currículo, encontrar caminhos para a aprendizagem. Portanto, é preciso enaltecer os professores que fazem estas coisas muitas vezes mirabolantes. Mas que fique claro, não há demérito para o que não consegue. Fiquemos em paz diante da certeza de que damos o melhor que temos e podemos.

Há que se dizer, o caos trouxe ainda muita produção intelectual e deflagrou também novos aprendizados. Professores têm construído alternativas lúdicas com muita criatividade, as aulas remotas desabrocharam flores em terras de solo batido; os órgãos competentes têm demonstrado preocupação com os protocolos de segurança; nunca se acompanhou tanto os dispositivos e regulamentações legais. É um marco!

Durante a quarentena, vale salientar, que nem tudo foi absolutamente perdido, nada foi mais importante do que a aprovação do Fundeb Permanente (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), apesar da tentativa governamental em desarticular. A união de todos os profissionais de educação permitiu que saíssemos vitoriosos. Isto nos deixa ou deveria deixar um pouco mais esperançosos. É fato!

Nesta pandemia, dentre tantas as lições, a maior estar no descortinar da realidade, especialmente a da educação. Este desvendar por vez é maquiado com os jeitos que nós, profissionais de educação, vamos dando ao longo da nossa docência. E não está sendo diferente agora. Antes dávamos jeitos na falta do lápis do aluno carente, no fardamento daquele menino que não pode comprar; dávamos jeitos nas fantasias e materiais para os eventos culturais.

Os jeitos agora têm a forma do contexto vivido. Continuamos buscando incrementar incansavelmente atividades que possam ser atrativas para nossos alunos nesse período confuso. Por causa das aulas remotas, muitos tivemos que aumentar nossa internet, comprar um aparelho novo de celular para dá conta às exigências que os aplicativos requerem; isto sem deixar de dizer que nos “viramos” para dominar os desafios tecnológicos devido à ausência dos investimentos em tecnologias digitais de informação e comunicação e da não capacitação aos envolvidos no processo de aprendizagem.

E assim, sem os feitos, vamos nos acomodando e dando nossos jeitos.

Fico pensando, diante dos feitos e jeitos, há espaço para os defeitos? Pois bem, sim e como tem! Um deste está na inconveniente exigência para que nós cumpramos com atividade remotas com uso particular de nossa internet, nosso computador, nossa sala, nossa intimidade.

Outro ponto a ressaltar está na enganosa percepção de que estamos democratizando o acesso ao conhecimento quando sabemos das profundas desigualdades educacionais que afetam um grande número de estudantes Brasil afora, sobretudo, os alunos que vivem nas periferias da cidade e no campo.

Há defeito também no acompanhamento à saúde emocional dos professores. Que acabaram ficando sem suporte psicológico nenhum diante das angústias, tristezas, inseguranças e medos que o momento impõe.

Mas tudo está acabado? Não! De desafio em desafio lá vamos nós!!!

Na verdade, ainda nos encontramos numa pandemia, o que temos de certo é a incerteza; isto terá efeitos ainda sem precedentes nas nossas vidas pessoais e profissionais. Está claro que precisaremos muito mais do que dominar os conteúdos curriculares; haverá a educação pós-pandemia, e esta já está em formatação; caberá a nós, saber o que faremos com ela. Podemos reaprender, estamos em constante aprendizado. Não estamos seguindo de desafio em desafio? Já não estamos nos refazendo enquanto docentes? Sim, senhores!!!

Para mim está claro que nunca a sociedade dependerá tanto da educação como agora! E é nesta hora que ocuparemos nosso lugar de heróis desta nação. Não há heroísmo fora da educação. Se há bons profissionais de saúde que executam com primor o seu trabalho é porque tiveram bons professores que os ensinaram para além da técnica. Provável e obviamente que conheceram professores que fizeram do conhecimento a prática da liberdade, da superação de desafios e da não opressão.

Na volta ao ensino presencial, as experiências desse período de reclusão e da profunda ruptura aos modos de ensinar, servirá ao um novo tempo e acredito que apesar de todas as nossas reais fragilidades a educação será fortalecida, sem dúvida “Devagar iremos longe”.

Se uma “Andorinha só não faz verão”, o efeito parceria, trabalho em equipe, será estratégia indispensável. Vamos sim precisar nos apoiar uns nos outros e nos compreendermos como classe. Que isto seja um compromisso entre nós.

Penso que é preciso repensar nossa trajetória histórica e DAR a educação a importância que ELA merece. Está mais do que provado que sem ela não haverá sociedade justa para todos e nem seremos capazes de reerguer o mundo depois de uma pandemia sem precedentes, que de alguma maneira afeta a todos.

Espero que o principal efeito desta quarentena na educação seja pela busca de uma humanidade mais responsável, solidária e que percebam o conhecimento como o único caminho capaz de nos colocar no eixo e evoluirmos como gente, pessoas, seres humanos.

Para finalizar estas minhas reflexões destaco a importância da instituição escolar para a efetiva transformação social. É no contexto de insegurança, desesperança, de vulnerabilidade social que a educação desponta como caminho para a mudança. Sem dúvida, não seremos nós que encontraremos a cura da Covid-19, mas teremos a belíssima função de refletir seus efeitos e auxiliar os estudantes para a vida em sociedade após longo período de excesso de (des) informação e isolamento social.

Em suma, a pandemia nos trouxe pessoalmente a possibilidade de realizar com mais tranquilidade uma autorreflexão, nos permitiu vislumbrar com maior clareza aquilo que realmente nos importa, aumentou o convívio familiar, reforçou amizades verdadeiras, que mesmo no isolamento não se dissiparam, a pandemia também nos colocou diante da fragilidade da vida, da imprevisibilidade dos processos que norteiam nossa evolução enquanto sociedade, Nos desvelou uma humanidade em construção e repleta de imperfeiçoes.

Profissionalmente, ressaltou em nós a importância que temos como agentes transformadores de indivíduos em formação, sabemos agora mais do que nunca que somos essenciais para nortear as futuras reflexões sobre os (des)caminhos da humanidade. Nos permitiu enfim exercitar a empatia com os nossos colegas, a gratidão com nossos especiais gestores e coordenadoras que se desdobraram para nos trazer segurança, tranquilidade e alento quando nem eles mesmos tinham. Nos possibilitou reconhecer de verdade que juntos somos sempre melhores. Então, não desanimemos, pois, o novo normal nos encontrará mais fortes, mais maduros, mais dispostos a prosseguir na missão que a escola encerra e que todos abraçamos.

Não é fácil, não está sendo fácil, a própria vida é desafiadora e perigosa. O que eu quero deixar aqui hoje é a ideia de que a diferença quem faz somos nós diante dos desafios que a vida trás. Se inspirarmos um, apenas, um aluno já não terá valido a pena? Como numa corrente do bem espero que não nos esqueçamos de que o todo é muito mais do que a soma de pequenas partes e que coisas boas acontecem mesmo quando não estamos vendo. Os próprios profetas diziam: Vejam!!! Quando eles mesmos não viram. Esperança meus amigos!!! Resiliência, bom trabalho a todos!!! E que tenhamos um ótimo retorno em momento oportuno.  

 

 


Bráulio Bessa: A Força do Professor Um guerreiro sem...

 

A Força do Professor

 

Um guerreiro sem espada
sem faca, foice ou facão
armado só de amor
segurando um giz na mão
o livro é seu escudo
que lhe protege de tudo
que possa lhe causar dor
por isso eu tenho dito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Ah... se um dia governantes
prestassem mais atenção
nos verdadeiros heróis
que constroem a nação
ah... se fizessem justiça
sem corpo mole ou preguiça
lhe dando o real valor
eu daria um grande grito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Porém não sinta vergonha
não se sinta derrotado
se o nosso pais vai mal
você não é o culpado
Nas potências mundiais
são sempre heróis nacionais
e por aqui sem valor
mesmo triste e muito aflito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Um arquiteto de sonhos
Engenheiro do futuro
Um motorista da vida
dirigindo no escuro
Um plantador de esperança
plantando em cada criança
um adulto sonhador
e esse cordel foi escrito
por que ainda acredito

na força do professor.


 






quinta-feira, 24 de junho de 2021

 

     24 de Junho - Dia de São João  






O Dia de São João é comemorado anualmente em 24 de junho.

São João é conhecido como o "Santo Festeiro”, e nesse dia são realizadas muitas festas conhecidas popularmente como Festas Juninas, comemorações marcadas por danças, pratos típicos e brincadeiras.

Alguns símbolos bastante conhecidos nas celebrações são a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha, o manjericão e a quadrilha.

Origem do Dia de São João e da Festa Junina

O Dia de São João é celebrado em 24 de junho, por ser a data tradicionalmente atribuída ao nascimento de João Batista.

Existem duas possíveis explicações para a origem do termo Festa Junina. A primeira é pelo fato das comemorações ocorreram durante o mês de junho. Já a segunda teoria afirma ser uma homenagem direta a São João. No princípio, em alguns países da Europa, a festividade era chamada de Festa Joanina.

História de São João Batista

São João é considerado o santo mais próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.

Filho de Isabel e Zacarias, João nasceu na Judeia no ano 2 a.C., e se tornou popular. Vivendo como um nômade e pregando, conseguiu cativar as pessoas para se batizarem.

No ano 27 d.C. João Batista morreu decapitado a mando de Herodes, que vivia em adultério com a mulher de seu irmão, Herodíades.

No aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou de forma tão surpreendente que, admirado, Herodes prometeu dar o que ela quisesse. Orientada por Herodíades, a filha pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, porque João condenava o comportamento adúltero do casal.

A Festa Junina de São João

O São João é uma das principais figuras das festas juninas. Nessa comemoração, a quadrilha é a dança típica e os dançarinos vestem-se com roupas caipiras.

Além dos tradicionais balões e fogueiras, várias brincadeiras dão mais brilho à festa. São exemplos: pescaria, cadeia, correio-elegante e boca do palhaço.

O Dia de São João também é marcado pela culinária, com várias comidas e doces típicos, como:

  • rapaduras
  • amendoim
  • bolo de milho
  • cocada
  • curau
  • canjica
  • bolo de macaxeira / mandioca
  • paçoca
  • pé de moleque

Existem outros pratos que variam de acordo com a região brasileira em que é celebrado o São João.

Essas iguarias estão quase sempre presentes nas festas. Cidades do interior do Brasil, em especial, fazem festas mais típicas e possuem costumes bastante difundidos entre todos os habitantes, diferentemente do que acontece nas cidades grandes.

  • Dia de São João nos próximos anos

24 de Junho de 2022 (Sexta)

24 de Junho de 2023 (Sábado)

24 de Junho de 2024 (Segunda)


Fonte:https://www.calendarr.com/brasil/dia-de-sao-joao/

 

24 de Junho - Dia Nacional da Polícia e do Bombeiro  Militar




Hoje, 24 de junho, é comemorado o Dia Nacional do Policial e do Bombeiro Militar. A data foi definida pelo então presidente, à época Michel Temer, pela lei 13.449/2017. A data escolhida remete ao dia 24 de junho de 1997, dia em que cabo Valério dos Santos Oliveira foi atingido, aos 36 anos, por bala perdida durante um protesto da Polícia Militar por melhores condições de trabalho e de salário, em Belo Horizonte. O militar morreu em decorrência do disparo.

 

A categoria continua a luta por melhores condições de trabalho, o restabelecimento do IPSM (Instituto de Previdência dos Servidores Militares) e vários quesitos importantes para o bem-estar do Militar, que é um pilar básico para o bom funcionamento de toda a sociedade brasileira!

Hoje, mais que nunca, é dia de glória. Pois temos a absoluta convicção que todos os que nela permanecem, não são meros servidores públicos do estado. São HERÓIS!



Fonte:https://www.seguranca.pr.gov.br/Noticia/Dia-Nacional-do-Policial-e-Bombeiro-Militar-e-marcado-com-homenagem-policiais-do-BOPE-que

terça-feira, 22 de junho de 2021

 

Dia Mundial do Desporto Olímpico


“No esporte, existem campeões e existem heróis. Campeões vencem porque são bons no que fazem e tiram proveito particular de suas vitórias. Heróis vencem quando menos se espera, superam seus próprios limites, e quando recebem os louros dividem suas vitórias com uma nação inteira.” (AUGUSTO BRANCO)



Dia Mundial do Desporto Olímpico é celebrado anualmente em 23 de junho.

Também conhecido como Dia Olímpico, esta data é uma homenagem à criação do Comitê Olímpico Internacional, fundado em 23 de junho de 1894A partir de uma iniciativa do francês Pierry de Frédy (conhecido como Barão de Coubertin), o Comitê Olímpico surgiu com a proposta de resgatar o espírito de competição dos antigos Jogos Olímpicos que eram realizados na Grécia antiga.

Os primeiros Jogos Olímpicos Modernos foram realizados na cidade de Atenas, na Grécia, entre os dias 6 e 15 de abril de 1896. Atualmente, os Jogos Olímpicos são feitos de 4 em 4 anos e em diferentes países do mundo. Durante o Dia Olímpico, são organizadas diversas atividades que buscam lembrar a comunidade em geral sobre os princípios de "exercitar, aprender e descobrir".

No Brasil, por exemplo, nesta data também é celebrado o Dia Nacional do Esporte, instituído a partir da "Lei Pelé", em 1998. Durante este dia, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) realiza a chamada "Semana Olímpica" em diversas cidades do país. O Dia Mundial do Desporto Olímpico foi instituído pela Lei n.º 9.615, art. 86, de 24 de março de 1998.

Oficialmente, existem 42 esportes olímpicos que são praticados durante as competições. Eles são:

  • Atletismo 
  • Badminton
  • Basquetebol
  • Boxe
  • Canoagem Slalom
  • Canoagem Velocidade
  • Ciclismo BMX
  • Ciclismo Estrada
  • Ciclismo de Pista
  • Ciclismo Mountain Bike
  • Esgrima
  • Futebol
  • Ginástica Artística
  • Ginástica de Trampolim
  • Ginástica Rítmica
  • Golfe
  • Handebol
  • Hipismo
  • Hóquei sobre Grama
  • Judô
  • Levantamento de Peso
  • Luta Olímpica
  • Maratonas Aquáticas
  • Nado Sincronizado
  • Natação
  • Pentatlo Moderno
  • Polo Aquático
  • Remo
  • Rugby de 7
  • Saltos Ornamentais
  • Taekwondo
  • Tiro com Arco
  • Tiro Esportivo
  • Triatlo
  • Tênis
  • Tênis de Mesa
  • Vela
  • Voleibol
  • Vôlei de Praia.
Dia do Atleta Olímpico

“Ser um campeão não é superar o outro, mas conseguir realizar os seus talentos no nível mais alto de sua existência.” ROBERTO SHINYASHIKI




Dia do Atleta Olímpico é celebrado anualmente também em 23 de junho

Esta data homenageia a todos os atletas que se dedicam com muito treino a participar dos esportes olímpicos. Empenho, esforço físico e psicológico, além de muita disciplina são fundamentais para o sucesso destes. Participar de uma olimpíada, talvez seja uma das maiores metas de um atleta, e também, um grande sonho a ser perseguido. A medalha olímpica representa, assim, não apenas um reconhecimento por toda dedicação ao esporte, mas também um símbolo de sucesso profissional daqueles que dedicam suas vidas ao esporte.  

Normalmente, para celebrar o Dia Olímpico e o Dia do Atleta Olímpico, comemora-se a Semana Olímpica, um período em que diversas atividades esportivas são realizadas para promover a cultura do esporte olímpico. No Brasil, esses eventos são organizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

História dos Jogos Olímpicos do Brasil no verão 

A primeira participação brasileira em Olimpíadas foi nos Jogos Olímpicos de 1920, em Antuérpia, Bélgica. A delegação era constituída por 22 atletas, todos homens, que conquistaram 3 medalhas no tiro desportivo, uma de ouro, uma de prata e uma de bronze. Os atletas foram enviados pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD). O primeiro brasileiro a competir nos Jogos Olímpicos, porém, foi Adolphe Christiano Klingelhoeffer, em Paris 1900. Cidadão brasileiro nascido em Paris, filho de um francês com uma brasileira, ele competiu nos 60 metros rasos, 200 metros rasos e 110 metros com barreiras. Klingelhoeffer não é reconhecido pelo Comitê Olímpico Brasileiro porque em 1900 ainda não existiam comitês olímpicos nacionais. 

Em 1924, por falta de verba da União e desistência da CBD, por pouco o Brasil não fica de fora dos Jogos Olímpicos de Paris. Situação que foi contornada graças a iniciativa dos esportistas de São Paulo, chefiados pelo jornalista Américo Neto, do Jornal O Estado de São Paulo e com apoio da Federação Paulista de Atletismo. Com delegação reduzida de somente 11 atletas homens, o Brasil participou das provas de Tiro, Atletismo e RemoEm 1932, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles o Brasil envia 82 atletas de navio para os Jogos, chegando lá, os mesmos precisavam pagar um dólar para poder desembarcar, fato que acabou acarretando a não participação de 50 atletas. Somente os com maiores chances de exito puderam competir, entre esses a primeira mulher brasileira a participar dos Jogos Olímpicos, Maria Lenk. Nesses Jogos o Brasil participou nas modalidades Pólo Aquático, Remo e Atletismo

Em 1935, foi reativado o Comitê Olímpico Brasileiro, fundado inicialmente em 1914. Nos jogos realizados em 1936, a CBD mandou uma delegação e o COB enviou outra. Antes que o Comitê Olímpico Internacional (COI) proibisse a participação do Brasil, ambas as delegações se fundiram. Desde então, o COB organiza e leva os atletas aos Jogos. Depois de 1920, o Brasil só voltou a ganhar medalhas em 1948, com um bronze do basquete masculino. Na edição seguinte, 1952, voltou a ganhar um ouro com Adhemar Ferreira da Silva no Salto tríplo do atletismo. Desde então, o país tem conseguido medalhas em todas as edições. 

No total, o Brasil conquistou 128 medalhas na história dos jogos olímpicos, todas nas edições de verão. São 30 de ouro, 36 de prata e 62 de bronze, o que o torna o país Sul-americano com o melhor retrospecto na história das Olimpíadas da era moderna e o 4º maior ganhador das Américas atrás apenas dos EUA, Canadá e Cuba, respectivamente. Essa posição foi conquistada nos Jogos de Atenas, em 2004, quando ultrapassou a sua arquirrival Argentina, que era a primeira colocada na América do Sul até então. É também um dos raros países a ter um atleta que recebeu a Medalha Pierre de Coubertin: Vanderlei Cordeiro Lima. Desde que iniciou seu Histórico olímpico, a delegação brasileira enviou milhares de atletas em suas mais de 2 mil vagas olímpicas até o momento. Em 2016, o Rio de Janeiro sedia os Jogos Olímpicos de Verão de 2016, sendo a primeira cidade da América do Sul a sediar o maior evento do esporte mundial. A maior delegação brasileira da história teve 465 atletas em 28 esportes.

História nos Jogos Olímpicos de Inverno

Em sua primeira participação em Albertville em 1992, o país levou 6 homens e 1 mulher, todos competindo no esqui alpino. Quatorze anos depois, em Turim  2006, Isabel Clark, praticante de Snowboard, alcançou o melhor resultado histórico de participação brasileira (bem como latino-americana) nos Jogos de Inverno, ficando em nono lugar no snowboard em Turim 2006. 


Medalhas

AnoLocalOuroPrataBronzeTotalColocação
2016
Rio de Janeiro
76619
13º
2012
Londres
3
5
9
17
22º
2008
Pequim
3
4
1017
22º
2004
Atenas
5
2
3
10
16º
2000
Sydney
6
6
12
52º
1996
Atlanta
3
3
9
15
25º
1992
Barcelona
2
1
3
25º
1988
Seul
1
2
3
6
24º
1984
Los Angeles
1
5
2
8
19º
1980
Moscou
2
2
4
17º
1976
Montreal
2
2
36º
1972
Munique
2
2
41º
1968
Cidade do México
1
2
3
35º
1964
Tóquio
1
1
35º
1960
Roma
2
2
39º
1956
Melbourne
1
1
24º
1952
Helsinque
1
2
3
24º
1948
Londres
1
1
34º
1936
Berlim
sc
1932
Los Angeles
sc
1928
Amsterdam
np
1924
Paris
sc
1920
Antuérpia
1
1
1
3
15º
1912
Estocolmo
np
1908
Londres
np
1904
St. Louis
np
1900
Paris
np
1896
Atenas
np
  • np - não participou
  • sc - sem colocação

Medalhas especiais

AnoLocalMedalhaAtleta
2004
Atenas
Medalha Pierre de Coubertin
Vanderlei Cordeiro de Lima

Medalhistas

Rio 2016

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Rafaela Silva
judô
peso leve (-57kg)
ouro
Thiago Braz
atletismo
salto com vara
ouro
Robson Conceição
boxe
peso leve (-60kg)
ouro
Martine Grael e Kahena Kunze
vela
classe 49er FX
ouro
Bruno Schmidt e Alison Cerutti
vôlei de praia
masculino
ouro
Seleção masculina de futebol

WevertonZecaRodrigo CaioMarquinhosRenato AugustoDouglas SantosLuan JesusRafinha AlcântaraGabriel BarbosaNeymarGabriel JesusWallace OliveiraWilliam AsevedoLuan GarciaRodrigo DouradoThiago MaiaFelipe ÂndersonUílson

futebol
masculino
ouro
Seleção masculina de voleibol
Bruno RezendeMaurício SouzaLipeMauricio BorgesLucãoLucarelliDouglas SouzaSerginhoWallaceWilliamÉder CarboneraEvandro Guerra
voleibol
masculino
prata
Felipe Wu
tiro esportivo
pistola de ar 10m
prata
Diego Hypólito
ginástica
solo
prata
Arthur Zanetti
ginástica
argolas
prata
Isaquias Queiroz
canoagem
C-1 1000m
prata
Ágatha Bednarczuk e Bárbara Seixas
vôlei de praia
feminino
prata
Isaquias Queiroz e Erlon de Souza
canoagem
C-2 1000m
bronze
Mayra Aguiar
judô
peso meio-pesado (-78kg)
bronze
Rafael Silva
judô
peso pesado (+100kg)
bronze
Arthur Nory
ginástica
solo
bronze
Poliana Okimoto
natação
maratona aquática
bronze
Isaquias Queiroz
canoagem
C-1 200m
bronze
Maicon Siqueira
taekwondo
peso pesado (+80kg)

Londres 2012

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Sarah Menezes
judô
peso ligeiro (-48kg)
ouro
Arthur Zanetti
ginástica
argolas
ouro
Seleção feminina de voleibol
Fabiana ClaudinoDani LinsPaula PequenoAdenízia SilvaThaisa MenezesFernandinha FerreiraJaqueline CarvalhoTandaraNatália PereiraSheilla CastroFabiFernanda Garay
voleibol
feminino
prata
Thiago Pereira
natação
400m medley
prata
Esquiva Falcão
boxe
peso médio (-75kg)
prata
Emanuel Rego e Alison Cerutti
vôlei de praia
masculino
prata
Seleção masculina de futebol
Alexandre PatoLeandro DamiãoHulkGabriel FerreiraRafael PereiraThiago SilvaJuan GuilhermeSandro RanieriMarcelo VieiraLucas MouraRômulo MonteiroOscar EmboabaNeymarBruno UviniDanilo LuizAlex SandroNeto MuraraPaulo Henrique Ganso
futebol
masculino
prata
Seleção masculina de voleibol
Bruno RezendeSidãoLeandro VissottoMurilo EndresLucãoThiago AlvesDanteSerginhoWallaceRicardinhoGibaRodrigão
voleibol
masculino
bronze
Felipe Kitadai
judô
peso ligeiro (-60kg)
bronze
Mayra Aguiar
judô
peso meio-pesado (-78kg)
bronze
Rafael Silva
judô
peso pesado (+100kg)
bronze
César Cielo
natação
50m livre
bronze
Robert Scheidt e Bruno Prada
vela
classe star
bronze
Juliana Silva e Larissa França
vôlei de praia
feminino
bronze
Adriana Araújo
boxe
peso leve (-60kg)
bronze
Yamaguchi Falcão
boxe
peso meio-pesado (-81kg)
bronze
Yane Marques
pentatlo moderno
feminino

Pequim 2008

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
César Cielo
natação
50m livre
ouro
Maurren Maggi
atletismo
salto em distância
ouro
Seleção feminina de voleibol
Carol AlbuquerqueFabi AlvimFabiana ClaudinoHélia FofãoJaqueline CarvalhoMari SteinPaula PequenoSheilla CastroSassáThaisa MenezesValeskinha MenezesWalewska Oliveira
voleibol
feminino
prata
Robert Scheidt e Bruno Prada
vela
classe star
prata
Fabio Luiz e Márcio Araújo
vôlei de praia
masculino
prata
Seleção feminina de futebol
Andréia RosaAndréia SuntaqueBárbara BarbosaCristiane RozeiraDaniela AlvesÉrika SantosEster SantosFabiana SimõesFormigaFrancielle AlbertoTânia MaranhãoMarta ViegaMaurine GonçalvesMayconPretinhaRenata CostaRosana SantosSimone Jatobá
futebol
feminino
prata
Seleção masculina de voleibol
Anderson RodriguesAndré HellerAndré NascimentoBruno RezendeDante AmaralGibaGustavo EndresMarcelinhoMurilo EndresRodrigãoSamuel FuchsSérgio Dutra
voleibol
masculino
bronze
Ketleyn Quadros
judô
peso leve (-57kg)
bronze
Leandro Guilheiro
judô
peso leve (-73kg)
bronze
Tiago Camilo
judô
peso super-médio (-81kg)
bronze
César Cielo
natação
100m livre
bronze
Natália Falavigna
taekwondo
peso médio (-67kg)
bronze
Fernanda Oliveira e Isabel Swan
vela
classe 470
bronze
Emanuel Rego e Ricardo Alex Santos
vôlei de praia
masculino
bronze
Rosemar CoelhoLucimar de MouraThaissa PrestiRosângela Santos
atletismo
4x100 m rasos
bronze
Seleção masculina de futebol
Alex SilvaAlexandre PatoAnderson AbreuBreno BorgesDiego AlvesDiego CunhaHernanes LimaIlsinho DiasLucas LeivaMarcelo VieiraRafael SobisRafinha SouzaRamiresRenan SoaresRonaldinhoThiago NevesThiago Silva
futebol
masculino
bronze
Vicente de LimaSandro VianaBruno de BarrosJosé Carlos Moreira
atletismo
4x100 m rasos

Atenas 2004

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Robert Scheidt
vela
classe laser
ouro
Emanuel Rego e Ricardo Alex Santos
vôlei de praia
masculino
ouro
Rodrigo Pessoa
hipismo
salto individual
ouro
Torben Grael e Marcelo Ferreira
vela
classe star
ouro
Seleção masculina de voleibol
Anderson RodriguesAndré NascimentoAndré HellerDante AmaralGibaGiovane GavioGustavo EndresMaurício LimaNalbertRicardinhoRodrigãoSérgio Dutra
voleibol
masculino
prata
Adriana Behar e Shelda Bede
vôlei de praia
feminino
prata
Seleção feminina de futebol
Andréia SuntaqueAline PellegrinoCristiane RozeiraDaniela AlvesElaine EstrelaFormigaGrazielleJuliana CabralKelly CristinaTânia MaranhãoMarlisa MaravilhaMartaMayconMônica de PaulaPretinhaRenata CostaRosana SantosRoseli Belo
futebol
feminino
bronze
Leandro Guilheiro
judô
peso leve (-73kg)
bronze
Flávio Canto
judô
peso meio-médio (-81kg)
bronze
Vanderlei Cordeiro de Lima
atletismo
maratona

Sydney 2000

MedalhaAtletaEsporteModalidade
prata
Tiago Camilo
judô
peso leve (-73kg)
prata
Carlos Honorato
judô
peso médio (-90kg)
prata
Adriana Behar e Shelda Bede
vôlei de praia
feminino
prata
Zé Marco Melo e Ricardo Alex Santos
vôlei de praia
masculino
prata
Robert Scheidt
vela
classe laser
prata
André DomingosClaudinei QuirinoÉdson LucianoVicente Lenilson
atletismo
4x100 m rasos
bronze
Gustavo BorgesFernando SchererCarlos JaymeEdvaldo Valério
natação
4x100 m livre
bronze
Sandra Pires e Adriana Samuel
vôlei de praia
feminino
bronze
Rodrigo PessoaLuiz Felipe de AzevedoÁlvaro Doda de Miranda NetoAndré Johannpeter
hipismo
salto por equipes
bronze
Torben Grael e Marcelo Ferreira
vela
classe star
bronze
Seleção feminina de voleibol
ElisangelaÉrika CoimbraHélia FofãoJaninaKarin RodriguesKátia LopesKelly FragaLeila BarrosRaquel SilvaRicarda NegrãoVirna DiasWalewska Oliveira
voleibol
feminino
bronze
Seleção feminina de basquetebol
Adriana SantosAdriana PintoAlessandra SantosCintia SantosClaudinha NevesHelen LuzZaineJanethKellyLilianMarta SobralSilvinha Luz
basquetebol
feminino

Atlanta 1996

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Sandra Pires e Jaqueline Silva
vôlei de praia
feminino
ouro
Torben Grael e Marcelo Ferreira
vela
classe star
ouro
Robert Scheidt
vela
classe laser
prata
Gustavo Borges
natação
200 m livre
prata
Adriana Samuel e Mônica Rodrigues
vôlei de praia
feminino
prata
Seleção feminina de basquetebol
Alessandra SantosAdriana SantosCíntia SantosCláudia PastorHortênciaJanethLeila SobralBrancaPaulaMarta SobralRoseli GustavoSilvinha Luz
basquetebol
feminino
bronze
Aurélio Miguel
judô
peso meio-pesado (-95kg)
bronze
Gustavo Borges
natação
100 m livre
bronze
Henrique Guimarães
judô
peso meio-leve (-65kg)
bronze
Fernando Scherer
natação
50m livre
bronze
Lars Grael e Kiko Pelicano
vela
classe tornado
bronze
Rodrigo PessoaLuiz Felipe de AzevedoÁlvaro Doda de Miranda NetoAndré Johannpeter
hipismo
salto por equipes
bronze
Seleção masculina de futebol
AldairAmaralAndré Luiz MoreiraBebetoDanrleiDidaFlávio ConceiçãoLuizãoJuninho PaulistaMarcelinho PaulistaNarcisoRonaldo NazárioRonaldo GuiaroRoberto CarlosRivaldoSávioZé EliasZé Maria
futebol
masculino
bronze
Seleção feminina de voleibol
Ana FlaviaIdaAna MoserAna PaulaFilóFernanda VenturiniHilmaFofãoLeila BarrosMarcia FuSandraVirna Dias
voleibol
feminino
bronze
André DomingosArnaldo OliveiraEdson LucianoRobson Caetano
atletismo
4x100 m rasos

Barcelona 1992

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Rogério Sampaio
judô
peso meio-leve (-65kg)
ouro
Seleção masculina de voleibol
AmauriPampaCarlãoDouglas ChiarottiGiovanniJanelsonJorge EdsonMarcelo NegrãoMaurício LimaPaulãoTalmoTande
voleibol
masculino
prata
Gustavo Borges
natação
200m livre

Seul 1988

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Aurélio Miguel
judô
peso meio-pesado (-95kg)
prata
Joaquim Cruz
atletismo
800 m
prata
Seleção masculina de futebol
Ademir RoqueAloísio PiresAndradeAndré CruzBebetoEdmarGeovani SilvaHamilton SouzaMazinhoBatistaJorginho AmorimZé CarlosJosé Ferreira NetoLuís Carlos WinckMilton SouzaRicardo GomesRomárioJoão PauloNelsinhoTaffarelValdo
futebol
masculino
bronze
Torben Grael e Nelson Falcão
vela
classe star
bronze
Lars Grael e Clinio Freitas
vela
classe tornado
bronze
Robson Caetano
atletismo
200 m

Los Angeles 1984

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Joaquim Cruz
atletismo
800 m
prata
Ricardo Prado
natação
400 m medley
prata
Torben GraelDaniel Adler e Ronaldo Senfft
vela
classe soling
prata
Douglas Vieira
judô
peso meio-pesado (-95kg)
prata
Seleção masculina de futebol
Ademir RoqueGilmar PopocaAndré Luís FerreiraTonho GilDungaDavi CortesChicão VidalGilmar RinaldiKitaJorge PingaLuiz Carlos WinckLuís Henrique DiasMauro GalvãoMilton CruzPaulo SantosRonaldo MoraesSilvinho Paiva
futebol
masculino
prata
Seleção masculina de voleibol
Amauri RibeiroBernard RajzmanBernardinho RezendeBadalhocaDomingos MaracanãFernandãoMontanaroMarcus Vinícius FreireRenan Dal ZottoRui CamposWilliam CarvalhoXandó
voleibol
masculino
bronze
Luiz Onmura
judô
peso leve (-71kg)
bronze
Walter Carmona
judô
peso médio (-86kg)

Moscou 1980

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Marcos Soares e Eduardo Penido
vela
classe 470
ouro
Alexandre Welter e Lars Björkström
vela
classe Tornado
bronze
Cyro DelgadoDjan MadrugaJorge FernandesMarcus Mattioli
natação
4x200 m livre
bronze
João Carlos de Oliveira
atletismo
salto triplo

Montreal 1976

MedalhaAtletaEsporteModalidade
bronze
Reinaldo Conrad e Peter Ficker
vela
classe flying dutchman
bronze
João Carlos de Oliveira
atletismo
salto triplo

Munique 1972

MedalhaAtletaEsporteModalidade
bronze
Chiaki Ishii
judô
peso meio-pesado (-93kg)
bronze
Nelson Prudêncio
atletismo
salto triplo

Cidade do México 1968

MedalhaAtletaEsporteModalidade
prata
Nelson Prudêncio
atletismo
salto triplo
bronze
Reinaldo Conrad e Burkhard Cordes
vela
classe flying dutchman
bronze
Servílio de Oliveira
boxe
peso mosca (-51kg)

Tóquio 1964

MedalhaAtletaEsporteModalidade
bronze
Seleção masculina de basquetebol
Amaury PasosAntônio SucarMosquitoRosa BrancaEdson BispoFritz BrausJatyrEdvar SimõesSérgio MacarrãoUbiratan MacielVictor MirshawkaWlamir Marques
basquetebol
masculino

Roma 1960

MedalhaAtletaEsporteModalidade
bronze
Manuel dos Santos Júnior
natação
100m livre
bronze
Seleção masculina de basquetebol
Amaury PasosAntônio SucarMosquitoRosa BrancaEdson BispoFernando BrobróJatyrMoysés BlásWaldemar BlatkauskasWaldyr BoccardoWlamir MarquesAlgodão
basquetebol
masculino

Melbourne 1956

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Adhemar Ferreira da Silva
atletismo
salto triplo

Helsinque 1952

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Adhemar Ferreira da Silva
atletismo
salto triplo
bronze
José Telles da Conceição
atletismo
salto em altura
bronze
Tetsuo Okamoto
natação
1500m livre

Londres 1948

MedalhaAtletaEsporteModalidade
bronze
Seleção masculina de basquetebol
Affonso ÉvoraAlberto MarsonAlexandre GemignaniAlfredo da MottaChico BrázLuís BenvenutiMarcus Vinícius DiasMassinet SorcinelliNilton PachecoRuy de FreitasAlgodão
basquetebol
masculino

Antuérpia 1920

MedalhaAtletaEsporteModalidade
ouro
Guilherme Paraense
tiro esportivo
pistola rápida 25m
prata
Afrânio da Costa
tiro esportivo
pistola livre 50m
bronze
Guilherme ParaenseAfrânio da CostaDario BarbosaFernando SoledadeSebastião Wolf
tiro esportivo
pistola livre 50m por equipe


Fonte: https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-do-desporto-olimpico/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_medalhas_brasileiras_nos_Jogos_Ol%C3%ADmpicos

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